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18 julho 2016

O duo básico: Vitamina D3 e Vitamina K2




A carência de vitamina D: um aumento de 57 %  pode causar risco de morte prematura. A vitamina D3 é a forma mais assimilável da vitamina D.

Um amplo estudo publicado em Junho de 2014 no British Medical Journal, indicava que as baixas taxas de vitamina D, estão ligadas a um aumento da mortalidade em 57% combinadas todas as causas.
Segundo um estudo elaborado por três especialistas, em vitamina D, (WB Grant, CF Garland e MF Holick), somente na Grâ Bretanha havia 22.000 mortes por cancro, seriam menos a cada ano, se a população tivesse uma taxa melhor de vitamina D.

Se estiver com carência desta vitamina (menos de 10 mg de vitamina D) deveria ter os seguintes valores (entre 50 e 75 mg) e obterá os seguintes feitos:
- Uma descida de 50% no risco de ter um enfarte.
- Uma descida de 80% no risco de ter esclerose múltipla.
- Uma descida de 83% no risco de contrair uma gripe.
- Uma descida de 50% no risco de ter fracturas e osteoporose.
- Uma descida de 71% no risco de ter diabetes tipo I.
- Uma descida de 83% no risco de ter cancro da mama.
- Uma descida de 80% no risco de ter cancro do cólon.
- Uma descida de 50% no risco de leucemia.
- Uma descida entre 65% e 75% no risco de cancro do pâncreas, bexiga e rins.
- Uma descida de 63% no risco de asma.

Tudo isto com uma simples vitamina, que não custa mais que uns poucos cêntimos por dia.

A maioria da população tem insuficiência de vitamina D

Embora, seja um problema mais sério nos países mais frios e escuros, no nosso país, apesar de termos um clima mais propício para que o nosso organismo possa produzir uma adequada síntese da vitamina D por exposição solar, a deficiência de vitamina D é alarmante. Evidentemente, existe uma variação importante dos níveis vitamina D entre os meses de pouco sol e os de muito sol, no entanto nos meses de muito sol, não chegam para normalizar o nível da vitamina D.

Existem estudos concretos, que afirmam que a população do nosso país, também sofre de deficiência de vitamina D, e cuja conclusão é de que em áreas geográficas variadas, e diferentes faixas etárias, a população, apesar de viver num país banhado pelo sol, tem deficiência de vitamina D.

A vitamina D é rara na alimentação; a principal fonte, é em principio através da pele, que a fabrica sob os efeitos dos raios solares UVB, mas para isso é necessário expor-se ao sol todos os dias.
Infelizmente, hoje em dia a maior parte dos ocidentais passam a maior parte do tempo dentro de casa, no escritório, no carro ou em centros comerciais, etc...

O resultado é uma grande deficiência, que só se pode compensar tomando um suplemento de vitamina D diariamente, em forma de óleo ou de comprimidos.

A melhor forma de vitamina D

Não obstante, deve de ser cauteloso ao escolher uma forma ou outra de vitamina D, uma vez que a vitamina D3 que entra no sistema circulatório é mais eficaz que a vitamina D2.
Em relação à dose, os especialistas recomendam em geral, a toma de 2.000UI (unidades internacionais) a 6.000 UI, por dia em adultos, e entre 500 e 2.000UI por dia em crianças (em função da idade).

A este nível não existe risco de intoxicação, nem nunca foi observada intoxicação com doses inferiores a 40.000UI por dia, mesmo tomando-a durante vários anos.
No entanto, é fundamental completá-la com vitamina K2, cujos benefícios, também são impressionantes. A combinação de ambas permite chegar mais longe, ao criar uma sinergia contra as doenças mais graves.

Esta vitamina fixa o cálcio nos ossos e não nas artérias

A vitamina K2 é uma vitamina extraordinária, que nos protege contra duas das principais causas de hospitalização e morte:
  • O risco de doença cardíaca hipertensa, enfarte e acidente vascular cerebral.
  • O risco de fracturas.

De facto a vitamina K2 actua como um "guia-acompanhante" do cálcio no organismo.

A ideia de que o cálcio que absorve se fixe nos ossos, é um dos mitos mais arraigados e perigosos no campo da saúde. 
O que acontece muitas vezes é mais simples: entra no sistema sanguíneo e de seguida deposita-se nas artérias. Aí, junta-se ao colesterol, às plaquetas sanguíneas, ao ferro e a outros componentes para formar uma placa cada vez mais rígida. As artérias endurecem (arterioesclerose) aumentando o risco de sofrer uma acidente vascular, provocando secundariamente um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.
Uma vez que esta placa se espalhe, as artérias são (quase) tão rígidas como as pedras; vistas ao raio X, a imagem parece um recife de coral.

O cardiologista diagnosticará uma arterioesclerose e poderá morrer de um enfarte ou de um acidente vascular cerebral em qualquer momento (e não é exagero).
Por isso deve de actuar o quanto antes, para que todo o cálcio da sua alimentação seja redireccionado para onde deve ir: para os ossos e não para as artérias.

E isso, é exactamente o que faz a vitamina K2, apoiada pela vitamina D.

O segredo da saúde dos Japoneses

No principio da década de 2000, um cientista Japonês conseguiu explicar o “milagre” que vinha a surpreender os médicos desde há décadas: a solidez dos ossos da população idosa Japonesa e a sua baixa taxa de doenças cardíacas.

Este fenómeno tem a ver com o facto dos Japoneses consumirem natto, uma espécie de soja fermentada com uma bactéria muito especial, a Bacillus subtili natto.

O natto é o único produto do mundo que contem vitamina K2 na forma MK7 (vitamina K2-MK7), que é a forma mais biodisponível da vitamina K2. Ao contrário de outras formas de vitamina K, que só são activas durante umas horas, a vitamina K2-MK7 é eficaz durante dias e dias.

Esta vitamina é capaz de fixar o cálcio nos lugares adequados, como os ossos e os dentes, assim como eliminar o excedente de cálcio dos lugares onde não se deve de depositar.

O risco de fractura divide-se por 10 e o risco cardíaco é abaixo de 57%

A explicação dos efeitos da vitamina K2 foi encontrada por Leon Schurgers, um especialista em vitamina K mundialmente reconhecido: a vitamina K2 estimula a osteocalcina, uma hormona que fixa o cálcio nos ossos do corpo humano.

Segundo os estudos mais recentes:
- 45 µg por dia de vitamina K2 reduz em 57% o risco de morrer ou de doença cardiovascular, ao perder o cálcio acumulado nos tecidos moles.
- a vitamina K2 divide por 10 o risco de causar uma fractura na coluna vertebral, ao reforçar o efeito da vitamina D e o cálcio dos ossos.

Mas isso não é tudo.

A vitamina K2 pode reduzir o risco de cancro

Recentes investigações indicam que a vitamina K2 seria também um potente agente contra o cancro, ao regular os genes. Assim, triplicar a ingestão diária, diminui o risco de ter cancro, de qualquer tipo, em mais de 35% em 5 anos.

Por sua parte, o estudo EPIC (European Prospective Invertigation into Cancer and Nutrition) publicado no Amerian Journal of Clinical Nutrition indicou, em 2010, que o consumo de vitamina K2 reduz o risco de cancro em 14% e da mortalidade por cancro em 28%.

A vitamina K2 reduz o risco de artroses, diabetes e alzheimer

Por último, outros estudos demonstraram que a vitamina K2 luta contra a inflamação crónica e as doenças que  se lhe associam (artroses, diabetes e alzheimer). E se é assim com a vitamina K2, ainda é mais com a vitamina K2-MK7, a sua forma mais activa.

Como beneficiar das vantagens da vitamina K2-MK7

A melhor maneira de beneficiar das vantagens desta vitamina é combinando-a com a vitamina D3. Com efeito, vários estudos demonstraram que tomar a vitamina D3 ao mesmo tempo que a vitamina K2 permite reforçar consideravelmente os seus efeitos sobre a solidez dos ossos.

Num estudo clínico controlado, 172 mulheres que sofrem de osteoporose receberam diariamente de maneira aleatória vitamina K2 (45 µg por dia), vitamina D3, ambas ou um placebo, durante meses.
A combinação das vitaminas K2 e D3, demonstrou ser mais eficaz do que cada uma delas em separado.

E estes resultados foram confirmados por outro estudo, no qual 92 mulheres na menopausa com idades entre os 55 e os 81 anos, foram repartidas de forma aleatória por quatro grupos para receber diariamente vitamina K2 (45 µg), vitamina D (0,75 µg), uma combinação de ambas, ou lactato de cálcio (2g).

A densidade mineral óssea dos dois grupos de vitamina K2 e vitamina D aumentou em relação com o grupo que tomou cálcio, ao fim de dois anos, enquanto que o tratamento combinado actuava em sinergia e gerara um aumento significativo da densidade mineral óssea.

Recomendações especiais

Não tome vitamina K2-MK7 (nem vitamina K em geral) sem consultar o seu médico se estiver a fazer um tratamento anticoagulante (Sintrón). Vitamina “K” quer dizer precisamente “Koagulação”, uma vez que controla a coagulação do sangue.

Recomenda-se que tome o suplemento de preferência após uma refeição que inclua gorduras, com o fim de garantir a assimilação dos princípios activos do produto por parte do organismo. E como as vitaminas D e K pertencem às vitaminas “lipossolúveis”, quer dizer, solúveis nas gorduras.
Por isso, beneficiará melhor dos seus efeitos contra as doenças cardíacas, as fracturas, vários cancros, as infecções, as doenças autoimunes (alergias, esclerose múltipla) e as doenças inflamatórias (artrose, alzhaimer) entre outras.

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Texto original: Juan-M Dupuis
Tradução e adaptação: Eugénia Gomes